Estampas: conheça as mais icônicas!

É praticamente impossível você não ter uma peça estampada no seu armário. Até as minimalistas possuem, no mínimo, uma meia ou uma bolsa com alguma padronagem. Poás, Animal Prints e Florais fazem parte do guarda-roupa e já se tornaram clássicos – alguns deles são tão tradicionais, que são considerados neutros, pois combinam com tudo.

Aqui, apresentamos os principais prints do mundo da moda! Tenho certeza que você vai encontrar o seu favorito! Vamos lá?

Um pouco de história

De acordo com especialistas, a primeira estampa surgiu pelas mãos da Civilização Fenícia (3.000 a 322 a.C.), nas terras onde hoje estão Israel, Síria e Líbano. Eles utilizavam blocos de madeiras entalhados com desenhos, e os usavam como uma espécie de carimbo para criar padronagens.

Outros estudiosos garantem que a estamparia nasceu na China e na Índia. Independentemente de onde tenham surgido, é inegável que os homens da pré-história se tornaram verdadeiros ícones dos looks de estampa, por conta do uso de peles animais como vestimentas.

 

Tipos de Estampas

Animal Print

Um clássico do mundo da moda, as estampas com referências à pele de animais é uma das mais antigas da história, remetendo às Antigas Civilizações. Nos primórdios, humanos caçavam bichos para se alimentar e usavam as suas peles para se aquecer. Dessa forma, o animal print pode ser considerado uma das estampas mais antigas da história.

É uma peça que deve ser usada com cuidado, para não cair no exagero. Além disso, o bacana hoje em dia é usar as várias opções de alta qualidade que não maltratam os animais. Os materiais que imitam a pele animal e sua estampa são resistentes, bonitos e ecológicos.

 

Oncinha

No quesito Animal Print, o rei da selva é a Onça. O nome “oncinha” inclui não só o desenho característico do felino: ele também inclui outros animais, como o leopardo. A primeira vez que a estampa ganhou status foi no século XVIII. Naquela época, usar uma peça de oncinha era sinônimo de nobreza. No século XX, o primeiro boom do print foi durante a década de 1930. Isso porque foi lançado o filme Tarzan, e nele, o personagem principal aparece usando uma tanga de oncinha. Como reflexo, as marcas francesas House of Paquin (comandada pela precursora Jeanne Paquin) e Busvine, lançaram vestidos com a estampa.

A primeira vez que a estamparia de onça artificial surgiu, foi na década seguinte, pelas mãos do couturier Christian Dior. Nos anos de 1970, o estilista florentino Roberto Cavalli, fez do animal print a sua marca registrada e trouxe novamente a oncinha para as coleções femininas. No período dos anos 90, a estampa passou a ter uma conotação indecente e vulgar, mesmo aparecendo em coleções de Alta Costura, como a de Azzedine Alaïa. Quem resgatou a oncinha do submundo foi a dupla italiana Domenico Dolce e Stefano Gabbana, que trouxeram para a marca milhares de peças com a estampa. Para a Dolce & Gabbana, a oncinha é tão clássica quanto um pretinho básico. Dos Animal Prints, a oncinha é o mais famoso e mais usado.

 

Zebra

A estampa zebrada, em preto e branco, é um clássico do guarda roupa, já que traz o maximalismo das peças estampadas, misturado a duas cores fáceis de usar. A zebra é uma ótima opção para criar um look sofisticado com um quê fashionista, e é perfeito para quem quer sair da estampa óbvia de “oncinha”.

 

Tartaruga

É muito interessante ver como a estampa de tartaruga é um clássico do universo fashion, mesmo aparecendo apenas em acessórios. É praticamente impossível ver uma peça de roupa com a estampa, mas é bastante comum ver óculos, alças de bolsas, botões e fivelas em tartaruga. Além de ser fácil de combinar, a estampa ainda dá um ar retrô ao look. Impossível não amar.

 

Xadrez

A estampa é uma das mais clássicas do mundo da moda e possui diversas variações. Muitas delas, têm raízes em locais nórdicos da Grã-Bretanha, por conta de um costume local do século XVIII, em que cada família possuía sua própria padronagem. Com diversas variação de cores e tamanhos, o Xadrez é uma opção clássica, mas sempre contemporânea!

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Vichy

Também conhecido como Gingham, o Vichy é um dos tipos de xadrez mais populares do planeta. No século XVII foi importado para a Europa, mas os franceses acreditavam que ele havia sido produzido na cidade de Vichy, daí nasceu o seu nome. O tecido listrado é caracterizado por três cores: o branco (base), a cor escolhida e a mistura dessa cor com o branco. Suas versões mais comuns são as que misturam azul com branco e vermelho com branco.

O Vichy já foi associado a muitas culturas diferentes, como a estadunidense e a britânica, mas é realmente lembrado pela Itália e pela França. Durante o período da Segunda Guerra Mundial ele esteve bastante presente na literatura e no cinema. Já nos anos de 1950/1960, o tecido se tornou símbolo da juventude italiana e francesa, com variações de cores e padrões geométricos ousados, que eram considerados modernos, elegantes e jovens.

O Vichy possui uma musa: Brigitte Bardot. Em 1959, a atriz francesa se casou com o também ator francês Jacques Charrier, usando um vestido com a estampa. A peça era curta, com manguinhas – bem ao estilo camponesa –, e era vermelho e branco. Instantaneamente, virou um ícone.

 

Tartan

Um dos tipos mais icônicos de Xadrez, o Tartan teve origem no povo Celta. Mas, é conhecido mundialmente por ser usado pelos escoceses em seus kilts. No século XVIII, época em que as famílias britânicas tinham sua própria padronagem, ele foi usado em uniforme de rebeldes, e por isso, no ano de 1746 o governo proibiu o seu uso. Ao longo de 35 anos, o Tartan se espalhou pelas cidades locais, como símbolo de lealdade nacional, até que o decreto foi revogado, e o print passou a ser considerado algo cultural.

Normalmente confeccionado em tecido de lã leve, o Tartan é bastante usado nas coleções de estilistas britânicos, como Vivienne Westwood e Alexander McQueen. Na década de 1990, foi eternizado pela personagem de Alicia Silverstone, Cher Horowitz, no filme “As Patricinhas de Beverly Hills”.

 

Argyle

Inspirado no Tartan do clã escocês Campbell de Argyll, a padronagem criada no século 17, é composta por losangos multicoloridos, tricotados à mão, que dão a impressão de camadas em 3D. O padrão é frequentemente encontrado em peças masculinas, principalmente em meias, cachecóis e suéteres.

Também conhecido como “Tartan Hose”, o Argyle se popularizou logo após o período da Primeira Guerra Mundial, graças à marca britânica Pringle Of Scotland. Nos anos de 1920, a marca produziu a peça em larga escala, e ela caiu no gosto do Duque de Windsor, Edward VIII. O Duque usava o print nas peças do seu look de golfe, o que fez com que esse virasse o uniforme oficial dos Britânicos para o esporte. Um clássico, que nunca perde a sua majestade!

 

Príncipe de Gales

Edward VIII, Príncipe de Gales – e mais tarde Duque de Windsor –, foi o responsável pelo sucesso de outra estampa britânica! Na verdade, a estampa ganhou esse nome por causa dele, mas ele não foi o único príncipe a usá-la.

O xadrez Príncipe de Gales está presente no guarda-roupa masculino, e é composto por três cores: branco, preto e cinza. Possui linhas finas e irregulares que se cruzam, formando um Pied-de-poule.

Reza a lenda que o print foi desenvolvido em Glen Urquhart, na Escócia, no ano de 1840 por Elizabeth MacDougall. Inicialmente batizado de Glen Check (ou Glen Plaid), a estampa foi encomendada pela Condessa de Seafield, Lady Caroline, para fazer parte do uniforme de seus funcionários.

Um belo dia, o então Príncipe de Gales, Edward VII, estava caçando na região, viu um funcionário da Condessa, gostou da estampa xadrez e pediu um pouco de tecido para fazer algumas peças!  Assim, ele deu visibilidade nacional ao print.

Quase cem anos depois, em 1920, seu neto Edward VIII, então Príncipe de Gales, adotou a estampa. Ele usou tanto as peças com o xadrez, que em 1926, o print passou a ser conhecido pelo seu Título.

 

Burberry

Ao contrário dos outros xadrezes da época, a estampa Burberry não foi criada para representar uma família, mas sim para representar uma marca. Patenteada pelo fundador da casa, Thomas Burberry, em 1924, o xadrez composto por branco, preto, bege e vermelho, era utilizado para forrar os casacos e trench coats da casa. Com o passar dos anos, a estampa virou identidade da marca e ganhou espaço em outros acessórios, como bolsas, cachecóis, galochas e guarda-chuvas.

 

 

Listras

No início, as listras eram usadas para marginalizar as pessoas: presidiários, loucos e prostitutas eram vestidos com peças estampadas com linhas horizontais, para serem identificados. Com o passar dos anos, o estigma diminuiu: marinheiros começaram a usar uniformes listrados nas cores azul e branco, e no século XX, Coco Chanel transformou o look marinheiro em um clássico da moda.

Presente nas versões horizontal, vertical ou diagonal, as listras conquistaram adeptos que transitam desde o mundo corporativo até as fashion weeks!

 

Navy

A estampa de listras horizontais azuis e brancas, fazia parte do uniforme dos marinheiros desde o final do século XVIII. Mas foi no ano de 1840, que ela foi notada pelo olhar fashion. Isso porque a Rainha Victoria do Reino Unido, presenteou o filho Edward VII (o mesmo descobridor do Xadrez Príncipe de Gales), com um uniforme listrado da marinha, para ele usar no Iate Real. A partir daí as listras caíram no gosto dos aristocratas.

Mas a Rainha que trouxe o Navy para o mundo da moda, não foi Victoria e sim Coco Chanel. Na década de 1920, também inspirada pelo look dos marinheiros de Deauville, mademoiselle propôs um look feminino de inspiração náutica: calças claras e blusa listrada de azul e branco. Essa composição revolucionou a época e tornou o Navy um clássico do guarda-roupa, mais de cem anos depois.

 

Risca de Giz

Também conhecida como Pinstripes, a listra Risca de Giz é composta por riscas brancas em fundo escuro – principalmente preto – e é um clássico do guarda-roupa. Inicialmente usadas em peças corporativas masculinas, elas migraram para o look escritório feminino, e hoje em dia aparecem em outfits mais descontraídos e despojados. As suas listras verticais são uma ótima opção para quem quer alongar a silhueta.

 

Psicodélicos

Normalmente super coloridos, as estampas psicodélicas deixam qualquer look mais divertido e são um clássico do mundo da moda.

 

Paisley

A famosa “estampa de bandana” é mais antiga do que se imagina. O primeiro registro dela ocorreu no século XVI, na Pérsia, onde ela era usada como ornamento durante o período da Dinastia Safavid. Cada tecido com a estampa era feito em teares de 2 a 3 mil fios, com uma lã finíssima, conhecida como cashmere.

Depois, no século XVII, o cashmere passou a ser bem comum na Índia, estampando lenços e xales. Na época, o desenho de “gota” misturado com composições florais, chamou a atenção dos ingleses, que tentaram importar as peças. Mas por conta do alto custo do transporte, não conseguirão. Assim, na cidade escocesa de Paisley, alguns artesãos conseguiram reproduzir a padronagem, propagando-a pelo Reino Unido.

Na década de 1960, o Paisley conquistou o coração – e a cabeça – dos hippies, e se tornou um ícone da contracultura quando passou a ser usado por roqueiros do calibre de Axl Rose, Janis Joplin e Jimi Hendrix.

Atualmente, a estampa ainda é ligada aos movimentos do rock e hippie, mas faz parte do alto escalão da moda, em coleções de marcas como a Etro!

 

Pucci

O marquês italiano Emilio Pucci, é considerado o príncipe das estampas por ter criado um dos prints mais icônicos do século XX. Inspirado pelas paisagens naturais do mediterrâneo e por culturas exóticas, Emilio trouxe um mundo de cores vibrantes para a marca que leva o seu sobrenome.

Criadas na década de 1950, as padronagens multicoloridas complementaram o espírito livre e alegre da moda da época, e se tornaram altamente reconhecíveis. Ao longo dos últimos 70 anos, foram criadas mais de vinte e cinco mil variações de combinações de cores e desenhos, todas devidamente assinadas com as iniciais “Emilio” e “Pucci”.

O print Pucci foi tão icônico, que esteve no estofamento do famoso carro da Ford, Lincoln Continental, e foi a grande inspiração para o logotipo da expedição Apollo 15! Um marco fashion!

 

Tie Dye

Sucesso nas décadas de 1960 e 1970, o print super colorido foi bastante usado pela comunidade Hippie e vira e mexe está de volta aos holofotes. Produzido através de várias amarrações e tingido com cores diversas, o Tie Dye é bastante simples de ser feito. Por isso, ganhou muitos adeptos no período da Quarentena, afinal é um processo divertido, que cria um outfit único.

 

Outros ícones 

Pied-de-poule

Também conhecido como Houndstooth, possui esse nome por lembrar a marca que as patas das galinhas deixam no chão. Sua primeira aparição data do século XIX, na França, mas foi “popularizado” na Inglaterra, pela aristocracia britânica, em meados de 1880. Alguns historiadores dizem que a estampa aparecia nas vestes de lã de pastores escoceses.

Gerado a partir do entrelaçamento de fios de urdume, o print entrou de vez para o mundo da alta moda na década de 1920, quando Coco Chanel a usou em um de seus ternos de tweed. Já no final da década de 1940, o estilista Christian Dior estampou o Pied-de-poule em um de seus vestidos da coleção de Alta Costura primavera/verão de 1948. E mais de uma década depois, em 1959, o print voltou a aparecer nas coleções de monsieur Dior. Mas dessa vez, em uma escala ainda menor e estampado nos sapatos feitos para a marca em colaboração com o designer Roger Vivier.

Contemporâneo e universal, a padronagem é fácil de ser usada e nunca perde o seu lugar no guarda-roupa. Nos últimos anos, apareceu nas coleções de Maria Grazia Chiuri para Dior e de Karl Lagerfeld para Chanel.

 

Pied-de-coq

Costuma ser confundido com o Pied-de-poule por possuir o mesmo desenho. O que diferencia os dois é o tamanho: o pied-de-coq é estampado em escala bem maior. Sua primeira aparição ocorreu em 1965, quando Christian Dior o colocou em um casaco nas cores preto e turquesa. Nos últimos anos, a padronagem apareceu bastante nos desfiles de Olivier Rousteing para a Balmain.

 

Chevron

Também conhecida como espinha de peixe, a estampa em estilo zigue-zague foi criada na França, e consistia em um desenho geométrico que variava entre duas cores, sendo uma delas o branco.

Mesmo que tenha origem francesa, o seu sucesso é atribuído a uma marca italiana, a Missoni. Em 1953, Ottavio e Rosita Missoni fizeram experimentos com máquinas de tecelagem, criando formas triangulares multicoloridas. A padronagem apareceu nas malhas da casa e em 1958 fizeram parte da primeira coleção de Prêt-à-porter da Missoni.

O seu sucesso foi estrondoso e fez com que o seu reconhecimento ultrapassasse as fronteiras italianas. O zigue-zague se tornou a “cara” da marca e acabou dando outro significado para o Chevron, que passou a ser reconhecido pelo desenho triangular de várias linhas coloridas.

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Poá

A estampa de bolinhas também é conhecida como petit-pois ou polka-dot. Reza a lenda que a origem do último termo veio da dança polonesa Polka, pois os adeptos começaram a usar as bolinhas em suas roupas, dando mais ritmo e movimento à dança.

O primeiro registro da estampa apareceu no ano de 1854 em uma revista literária de Yale. Mas a estampa se popularizou em 1928, a partir da personagem Minnie Mouse. Walt Disney criou a namorada do Mickey e a vestiu com roupas vermelhas de bolinha branca, como uma estratégia para fugir das listras e xadrezes comuns da época.

O auge do print ocorreu em 1950, com a musa Marilyn Monroe. Na época, o apelo sensual e divertido era bastante presente, e fez com que o estilo fosse consagrado até os dias de hoje. O visual com bolinhas remete bastante às Pin-ups, garantindo ar retrô. Ao mesmo tempo, a padronagem traz leveza, romantismo e delicadeza.

Presente em diversos tamanhos e cores, o poá é atemporal, mesmo remetendo à tendência vintage.

 

Liberty

O floral pequenino é nomeado a partir da marca que a concebeu, a Liberty Of London. Inaugurada em 1875 por Arthur Lasenby Liberty, a loja está em funcionamento até os dias atuais.

Mesmo sendo uma estampa originária do século XIX, a Liberty vira e mexe aparece em coleções durante todo o ano. Delicada e versátil, combina com diversas cores e shapes. De longe, as flores miúdas se assemelham a bolinhas, e ajudam a afinar a silhueta.

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Monograma Louis Vuitton

Ao longo dos anos, monogramas de diversas marcas se tornaram icônicos: o Y da Goyard, o doppia F da Fendi, os G’s entrelaçados da Gucci, o YSL da Saint Laurent, os G’s gregos da Givenchy… mas nenhum deles é tão famoso como a padronagem da Louis Vuitton.

O LV e as flores que estampam as peças de couro da grife, foram criados em 1896 pelo próprio Louis Vuitton, para evitar que suas criações para viagem fossem copiadas. Inicialmente o print aparecia apenas no interior das peças, mas com o passar do tempo, migrou para a parte de fora, criando uma imagem altamente reconhecível e desejável.

Tradicionalmente feito em marrom escuro e caramelo, o monograma já ficou todo colorido, pelas mãos de Marc Jacobs; já foi pichado por Stephen Sprouse; já foi enfeitado com poás, por Yayoi Kusama; e ganhou a companhia de cerejas, pelas mãos de Takashi Murakami.

Mas o monograma tradicional não é a única estampa icônica da marca. O Damier caiu nas graças do público e se tornou tão icônico quanto o seu print irmão. Feito em três combinações de cores (preto e cinza, marrom chocolate e marrom escuro, e azul e branco) ele é a opção perfeita para quem quer ter uma peça menos óbvia da marca.

 

A ISLA possui diversas bolsas estampadas: tem a Clutch Laqueada África, com inspirações do continente; tem a Clutch em Ráfia com Pino Dourado e Tassel, que remete ao Pied-de-Poule; tem a Bolsa Rainbow em Tapeçaria Colorida; e as Bolsas Clássicas em Tapeçaria Bordada, com desenho étnico.

Agora que você já conhece as principais estampas do mundo da moda e sabe que a ISLA tem peças estampadas, está na hora de escolher a sua! Nos encontramos no próximo post!

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